
Servidores do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) se cadastraram como clientes durante uma investigação contra a influenciadora Virginia Fonseca e uma empresa de apostas. A medida foi usada para reunir provas que fazem parte de uma ação civil pública.
Conforme o processo, servidores acompanharam comunicações promocionais e estratégias de marketing enviadas aos consumidores. O MP afirma que as mensagens usavam linguagem persuasiva, senso de urgência e ofertas com forte apelo comercial.
A Promotoria aponta ainda que informações sobre as promoções apareciam em letras menores, o que pode configurar publicidade enganosa por omissão.
