
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou que um homem seja indenizado após descobrir que não é o pai biológico de uma criança que registrou como filha.
Ele acreditava ser o pai e assumiu responsabilidades afetivas e materiais ao longo dos anos. A verdade veio à tona após a realização de um exame de DNA.
Para a Justiça, houve violação dos deveres de boa-fé e transparência na relação, o que gerou danos à identidade familiar do autor da ação.
