
Um auxiliar de produção de Sete Lagoas, em Minas Gerais, será indenizado em R$ 2,5 mil após sofrer humilhações no trabalho. Segundo testemunhas, o chefe o chamava de “gordinho” e fazia comentários ofensivos sobre seu peso.
A empresa negou as acusações, mas duas testemunhas confirmaram que as ridicularizações aconteciam na presença de outros funcionários. Os depoimentos também apontaram que os comentários partiam do superior.
Para a juíza Rafaela Campos Alves, da 2ª Vara do Trabalho de Sete Lagoas, as declarações foram suficientes para comprovar que o trabalhador era submetido repetidamente a humilhações por causa do peso.
