
A norte-americana Christa Pike, de 50 anos, voltou a formar frases completas e apresentou melhora na mobilidade três semanas após sobreviver a uma tentativa de execução por injeção letal no Tennessee, nos Estados Unidos. Ela recebeu duas doses de pentobarbital, mas o procedimento foi interrompido porque continuava viva.
Pike ficou internada em estado grave, com pneumonia e problemas de coagulação, até 10 de outubro, quando retornou à prisão. O caso provocou mudanças no sistema penitenciário do estado.
Após o ocorrido, o governador Bill Lee suspendeu as execuções previstas até o fim do ano, e o chefe do Departamento de Correção foi demitido. A defesa de Christa pede que a pena de morte seja convertida em prisão perpétua.

