
Vanderson Luiz, de 55 anos, nunca fumou, mas desenvolveu câncer de pulmão após anos convivendo com familiares que fumavam. Natural de Minas Gerais e morador de Brasília, ele conta que o pai e as irmãs eram fumantes.
Segundo especialistas, não existe nível seguro de exposição à fumaça do cigarro. O chamado fumante passivo pode ter de 20% a 30% mais risco de desenvolver câncer de pulmão, além de outras doenças respiratórias e cardiovasculares.
A fumaça do tabaco contém mais de 7 mil substâncias químicas, muitas delas tóxicas e cancerígenas. Em crianças, a exposição também pode aumentar o risco de infecções respiratórias, crises de asma e outros problemas de saúde.
