
Nas últimas duas décadas, os diagnósticos de Transtorno do Espectro Autista (TEA) cresceram cerca de 500% no mundo. Nos Estados Unidos, dados do CDC apontam que 1 em cada 31 crianças é autista, enquanto no Brasil o IBGE estima 1 em cada 38.
O crescimento tem impulsionado estudos sobre fatores genéticos e ambientais ligados ao autismo. Pesquisas analisam questões como idade dos pais, prematuridade e exposição a algumas substâncias durante a gestação.
Especialistas também apontam que mudanças nos critérios de diagnóstico contribuíram para o aumento dos registros. A ampliação do conceito de espectro passou a reconhecer diferentes manifestações e níveis de suporte.
