
Um atendente do Instituto Médico Legal (IML) de Santos, no litoral de São Paulo, foi preso sob suspeita de utilizar o celular de um homem morto para realizar uma transferência via Pix no valor de R$ 7 mil.
A investigação teve início após a viúva da vítima identificar a movimentação bancária ao tentar encerrar a conta do marido. Ela também relatou que o aparelho estava danificado e com mensagens apagadas.
O servidor é investigado por crimes como peculato, furto e fraude eletrônica. A prisão foi realizada pela Corregedoria da Polícia Civil, que segue apurando o caso.

