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A Faculdade do Belo Jardim, no agreste do estado, abriu uma portaria para identificar os servidores que participaram do protesto ocorrido na noite do dia 26 de agosto na unidade, onde professores e outros servidores se reuniram com alunos na quadra da instituição para esclarecer a crise financeira que ela passa. 

No documento, que está assinado pelo presidente da instituição, Sebastião Cordeiro de Carvalho Filho, é designada uma comissão sindicante, que tem um prazo de 15 dias para apurar a manifestação, que foi promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores de Ensino Superior de Belo Jardim. Em outro documento, a manifestação é acusada de ter cunho político contra o prefeito do município, Hélio dos Terrenos. 

“Ontem fomos surpreendidos por uma portaria assinada pelo presidente da AEB, onde estava dizendo que iria abrir uma sindicância para punir as pessoas envolvidas nos movimentos feitos pelos funcionários dias atrás”, informou um servidor em denúncia enviada para a Rádio Bitury. “Não fizemos nada errado, estamos atrás dos nossos direitos”, completou. 

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