Reprodução / TV Asa Branca

Sem dúvidas a saúde publica municipal é o principal desafio do Governo do Prefeito Hélio dos Terrenos (PTB). Em apenas uma ano e seis meses à frente da Prefeitura de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, o gestor já nomeou para o cargo de secretário de Saúde cinco pessoas, e por incrível que pareça, nenhuma delas conseguiu solucionar o problema do sucateamento da saúde do município.

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Anunciado hoje (15) de forma oficial, o 5° secretário a assumir a pasta será o vereador Zé Pereira (PSB), que deixa a Câmara de Vereadores para assumir o cargo. Antes do vereador, passaram pela secretaria o vice-prefeito Silvano Galvão (PT), o ex-prefeito Cecílio Galvão (PTB), Cristina Pereira, que precisou ser afastada da pasta a pedido do Ministério Público de Pernambuco para que os quatro casos de morte de crianças no Hospital Júlio Alves de Lira / UPA 24h durante sua gestão sejam investigados, e a última secretária foi a cunhada do filho de Cristina Pereira, a advogada Tamara Marcena Santos, que passou apenas seis dias no cargo.

Nessa segunda-feira (14), a TV Jornal Interior repercutiu o caso das mortes no Hospital Júlio Alves de Lira / UPA 24h e entrevistou o promotor de Justiça de Belo Jardim, Daniel Ataíde, que confirmou que o MPPE investiga as denúncais. “Esses casos desses órgãos serviram para subsidiar uma ação civil pública que já existe aqui em Belo Jardim para aparelhamento do hospital. Porque enquanto Promotoria de Saúde sabemos que o erro médico não é feito só, ele também depende de outras situações, não só o médico, a equipe de paramédicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, enfim, estrutura, insumos. Disse.

“Levamos esses últimos acontecimentos que ocorreram em Belo Jardim ao juízo para pedir exatamente o afastamento, que foi pedido e deferido pela juíza da segunda vara de Belo Jardim da secretária de Saúde e dos diretores médico e administrativo do hospital> inclusive está em uma situação de transição no município por conta dessa medida que o MP pediu, exatamente também por conta desses óbitos e pela falta de estrutura do hospital”, relatou o promotor.

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