(Foto: Divulgação).

Começa o mês de fevereiro, e com ele o período de volta às aulas. Boa memória, raciocínio ágil, autocontrole emocional e concentração para ir bem nos estudos parecem até habilidades super especiais, mas qualquer estudante pode desenvolvê-las com a ginástica cerebral, prática que desenvolve as capacidades do cérebro e ajuda a evitar a recuperação ou até conquistar a tão sonhada vaga na universidade com o vestibular.

Para quem pensa que trata-se de mais estudo… está enganado: a ginástica para o cérebro é uma prática divertida e desafiadora, que faz com que o aluno consiga desenvolver habilidades e ainda “relaxar” da rotina de estudos livros da escola.

No Brasil, existe uma rede de escolas especializada em ginástica para o cérebro, o Método SUPERA, presente em 300 unidades em todos os estados do Brasil. Nas aulas destas escolas, os alunos exercitam o cérebro com ferramentas bem diferentes: jogos online e de tabuleiro, ábaco – uma ferramenta oriental para cálculos -, apostilas com exercícios cognitivos, neuróbicas – atividades que funcionam como aeróbica para os neurônios – e dinâmicas em grupo.

Com este conjunto de ferramentas que promovem uma verdadeira ginástica cerebral, ao alunos melhoram atenção, raciocínio, memória e criatividade. Assim, eles se tornam mais seguros e preparados para aprender coisas novas, gerir desafios, trabalhar em equipe, praticar esportes, planejar, lidar com as mudanças do século 21 e ainda passar no vestibular.

“Quando desejamos adquirir um conhecimento para ser utilizado na hora da prova, o processo de aprendizado deve ser iniciado pela atenção e raciocínio. Em outras palavras, é possível dizer que tudo começa com o foco na informação que se pretende armazenar e resgatar na hora da prova”, explica Solange Jacob, Diretora Pedagógica Nacional do Método SUPERA.

Exemplo da eficácia da prática é o aluno Rafael Freire, que praticou ginástica para o cérebro no SUPERA Cruz das Almas (BA) e conquistou este ano vagas em duas faculdades de medicina (Univesidade Bahiana de Medicina e Saúde Pública e na Universidade Federal de Alagoas). Ele garante que os exercícios cognitivos foram essenciais neste processo.

“Contribuiu muito! Na matemática, por exemplo, é preciso ter um bom raciocínio lógico, porque não adianta só entender sobre o assunto, para o vestibular nós precisamos interpretar a questão. Percebi melhoras consideráveis quanto a isso depois de começar a praticar ginástica para o cérebro. Foi essencial”, conta Rafael, que acertou quase todas as questões de matemática no vestibular e credita este sucesso também ao ábaco, que ajudou a fazer os cálculos com maior agilidade.

Mas como a ginástica para o cérebro funciona?

A ginástica cerebral é fundamentada no conceito de neuroplasticidade cerebral, já comprovado pela neurociência. Trata-se da capacidade que nosso cérebro tem de se modificar de acordo com os estímulos que recebe.

“Nosso cérebro é um órgão preguiçoso, que aprende a guardar energia o quanto pode. Então é necessário que ele seja estimulado. Quando isso acontece, temos a neurogênese, ou seja, a capacidade surpreendente que nosso cérebro tem de produzir novos neurônios e criar novas conexões entre os já existentes”, explica Solange.

Ela complementa dizendo que, em resumo, é isso que acontece com a ginástica para o cérebro e embora seja uma prática excelente para que estudantes melhorem seu desempenho, eles não são os únicos que podem colher seus benefícios.

A ginástica para o cérebro pode ser feita por crianças a partir dos 5 anos de idade até idosos, que melhoram a qualidade de vida, preservam a memória e evitam o aparecimento de sintomas de doenças como o Alzheimer.

Para saber mais, acesse o link.

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