Movimentos vão às ruas no Recife para pedir impeachment e levam “Bandilma”

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Do JC Oline

8d46d1594b2e3191537e43e62909a752Com o arrefecimento do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT), movimentos favoráveis à deposição da petista organizam novos atos neste fim de semana para pressionar a saída dela. Após percorrer vários Estados do Sul e Sudeste, a boneca inflável que satiriza a presidente cruzará o Norte e Nordeste. Apelidada de “Bandilma”, a alegoria mede 14 metros de altura e será levada no domingo (18), às 10h, para o Segundo Jardim, da Avenida Boa Viagem, Zona Sul do Recife.

O empresário e jurista Fred Cal é coordenador do movimento Avança Brasil, responsável pela vinda da boneca, e explica que o objetivo é levar aos cidadãos a consciência de que é possível questionar as estruturas de poder em Brasília.

Segundo ele, a intenção é que o ato seja descontraído e sirva de alerta à população sobre os erros da petista. O grupo também vai recolher assinaturas para a criação de um projeto de lei contra corrupção. São dez medidas, muitas delas paradas há décadas no Congresso. O projeto, de iniciativa popular, precisa reconhecer 1,5 milhão de assinaturas em pelo menos cinco Estados e não dispensa a aprovação do Congresso.

Neste sábado (17), o movimento Vem Pra Rua também organiza manifestação na praça em frente ao Parque da Jaqueira, na Zona Norte do Recife. Segundo o coordenador do movimento, Gustavo Gesteira, o ato será em apoio às instituições brasileiras, como o Ministério Público Federal (MPF), Polícia Federal e Justiça Federal, que investigam a presidente. Serão colocados laços verde e amarelo nas árvores do local.

O grupo fará novo protesto pró-impeachment na segunda (19), em frente ao Hospital da Restauração, no Derby, Centro do Recife. A mobilização será feita nas ruas, a partir das 18h. “Nossa intenção é cobrar celeridade ao novo pedido de impeachemnt elaborado pelos juristas Miguel Reale Júnior, Hélio Bicudo e Janaina Paschoal, que aglutina todos os pedidos anteriores, incluindo as ilegalidades cometidas pela presidente Dilma neste ano de 2015”, explicou Gesteira.

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