Mendonça Filho lança protocolo social para enfrentamento do Covid-19 nas comunidades pobres

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Iniciativa é disponibilizada para prefeituras e governos estaduais

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O presidente do Instituto Liberdade e Cidadania (ILEC) e ex-ministro, Mendonça Filho, lançou nesta quinta-feira (26), o Protocolo Social para Prevenção e atenção às vítimas da Covid_19, visando orientar e dar suporte a prefeitos e governadores filiados ou não ao Democratas, no atendimento à população em situação de extrema pobreza.

O protocolo foi elaborado pelo consultor do ILEC e um dos maiores especialistas em políticas sociais no Brasil, Marcelo Garcia. “O poder público precisa chegar nas comunidades com medidas práticas antes do coronavírus”, afirmou Mendonça Filho, ressaltando que o protocolo é uma contribuição do ILEC e do Democratas, num momento em que várias frentes precisam ser atacadas.

Com 18 pontos, o documento trata de temas como a identificação e o isolamento de idosos que moram em áreas pobres, a criação de redes de urgência, a atuação dos CRAS (Conselhos Regionais de Assistência Social) e a população de rua. O Protocolo Social para Prevenção e atenção às vítimas da Covid_19 foi encomendado pelo ILEC e está sendo disponibilizado para prefeituras e governos estaduais, podendo ser seguido integral e adaptado de acordo com a realidade de cada local. Em Salvador, na Bahia, o protocolo já está sendo adotado pelo prefeito ACM Neto de forma customizada para a realidade soteropolitano.

Segundo Mendonça Filho, a situação que está se desenhando vai afetar de maneira brutal as pessoas em situação de pobreza e extrema pobreza. Sobretudo as que vivem em favelas, nos morros do Rio, em cidades como Recife, Salvador, Fortaleza e nas comunidades carentes de todo o Brasil. Autor do Protocolo, o cientista social, Marcelo Garcia, alerta que se a epidemia chegar antes do Estado nos lugares de pobreza e extrema pobreza será uma tragédia.

A preocupação é reforçada pelo fato de a prevenção ao vírus necessitar de distanciamento social, de medidas de higiene como lavar as mãos frequentemente. O que não é possível onde falta água, as pessoas moram em cubículos e nem sempre a informação chega corretamente.

“Precisamos ser muito claros como cidadãos de que os CRAS não podem ser fechados. Esses são os centros de atendimento que levam o cuidado para as pessoas que mais precisam. São os CRAS que devem servir de ligação entre as medidas do governo e a população em favelas e comunidades carentes”, defende Marcelo. O documento completo para todo o Brasil no site do Democratas.

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