Foto: Reprodução / Facebook

Por vezes ventilado como nome a candidato a deputado estadual do Grupo Galvão nas eleições deste ano, o ex-prefeito de Belo Jardim, no Agreste de Pernambuco, Cecílio Galvão (PTB), desistiu de encarar a disputa. Procurado pela reportagem do BJ1, a assessoria dele, que é atual secretário de Saúde do município, informou que Cecílio não iria se pronunciar sobre a desistência.

Pessoas ligadas ao grupo e ao governo municipal, relataram à reportagem do BJ1 que, nos bastidores, o Grupo Galvão deverá lançar Vicente Galvão, irmão de Cecílio, candidato a deputado estadual para testar nas urnas o potencial de votação do grupo. A ideia, segundo fontes, é que Cecílio fique por trás do irmão no comando da candidatura dele, uma vez que a candidatura do próprio Cecílio poderia não render o esperado em função da rejeição do nome do ex-prefeito em meio ao eleitorado belo-jardinense.

Já para federal, fala-se que já é certeza o nome do recifense e atual deputado estadual, Sílvio Costa Filho (PRB), que deixará a Assembleia Legislativa do Estado de Pernambuco (Alepe) para disputar uma vaga para a Câmara dos Deputados.

Saída da Secretaria de Governo

Antes acumulando Saúde e Governo, o ex-prefeito Cecílio Galvão transferiu nesta sexta-feira (13) o comando da Secretaria de Governo para a sua irmã, Conceição Cintra Galvão. O ato ocorreu em solenidade realizada na Prefeitura de Belo Jardim, que contou inclusive com a presença do seu pai, Cintra Galvão.

Justiça manda bloquear bens de Sílvio Costa Filho

Em 2015 o Ministério Público Federal (MPF) em Pernambuco obteve decisão judicial determinando o bloqueio de bens de Sílvio Costa Filho, na época Secretário de Turismo do Estado por envolvimento em irregularidades na contratação de artistas para os projetos “Eventos Turísticos nas cidades de Goiana, Itapissuma e Paulista” e “Eventos Turísticos nas cidades de Bezerros e Itamaracá”.

Os danos aos cofres públicos somam R$ 717,5 mil, em valores atualizados. Os recursos eram provenientes do Ministério do Turismo. A responsável pelo caso é a procuradora da República Sílvia Regina Lopes. O bloqueio dos bens atinge empresas prestadoras de serviço e políticos.

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